Grande amor!

 
 
Vitória és uma mulher muito especial para mim.

Você vê como é a vida! Nos conhecemos por meio de Waleska, no ano 2000, quando do Universidade Solidária.

Naquele período desenvolví com Wal profunda identificação, fomos amigos e irmãos. Estavámos juntos pela mesma causa e foi um período marcante para nossa vida toda.

Até que você chegou e Waleska disse que tu gostavas de mim. E, ainda, que tu não eras do tipo de permitir se conquistar assim.

Durante esse período, você me deu as primeiras orientações e alguns livros para o meu projeto de Pibic, lembras???

Nascia alí uma grande amiga! E, eu não estava vendo isso...Naquele momento!!!

O projeto foi aprovado e veio a celebração. Lembro que você vibrou.
Nossos encontros foram todos tão bons. Recordo da sua defesa de dissertação; depois veio tua viagem para o Maranhão. Lembras quando você voltou eu fui te buscar no aeroporto?

Viví teus dramas e tu viveste os meus.

Veio a formatura de Waleska, a ida dela para Brasília!

Veio minha formatura e o início da minha viagem que ainda hoje continua. E, tu sempre do meu lado.

O período em que estive em Porto Alegre, acho que foi a nossa maior pausa!

No nosso reencontro veio tudo de novo. E, você estava com Waleska. Nosso elo!

Lembra do nosso almoço no Bar do Cuscuz?

Foi esse ano, no comecinho! Ano de tantas transformações para nós!!!

Viví a tua aprovação do doutorado!
Teu lindo trabalho no CAPES!

Conhecí teu blog! embora, eu resistisse!

Tu viveste em primeira mão a minha aprovação na UEPB.

Compartilhamos algumas desilusões amorosas e nos divertimos muito.

Vieram as aulas de dança, àquela ida louca nossa a João Pessoa com Cassandra Vèras. Eu amei!

Minha amiga, nada é em vão.

Lutei muito para conseguir entrar no UNISOL, e sem dúvida, essa aprovação/provação, foi  também para nos aproximar, numa relação ETERNA.

Amo tua amizade e continuamos na luta! Eu Te Amo e estou aqui de braços abertos para te receber sempre.

Choro, enquanto escrevo. Por que o faço de coração!

Esse é o meu presente para ti. O meu amor amigo!

Ezymar Gomes Cayana

 
 
 
 
Explode coração!

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Champagne!

Veuve Clicquot! Tenho muito para comemorar!

E quero comemorar em alto estilo!

Nas areias do teu mar!

No jantar, prometo te falar as razões da celebração,

Por favor, Preciso de duas taças e um balde de gelo!

Pode acender as velas e abrir as cortinas!

Um olhar! Um sorriso e a lua por testemunha!

E, aí, o que você quer mais?

Uma música!

então, tenho uma sugestão!

Qual?

Toque para mim!!!

Onde tem um piano?

Na sala ao lado.

E você sabe tocar piano?

Sou pianista.

Será que a sensibilidade que tens para música, tens para me tocar também?

Não importa agora. Devaneio meu! Mais um deles!

Dedilhe, Toque-me, Toque, TOC.

Enquanto isso eu vou me despindo!

Apague a luz!

Quero ver só a luz dos teus olhos!

Tim Tim!

Ezymar Cayana

 

 

 

Sempre souberam que o tempo resolveria as questões inquietantes,

Caminham em estradas opostas e em diferentes velocidades,

Atiraste no teu “amor”,

Acertaste no coração que sempre bateu por ti,

Mas, não corre riscos de morte.

Atiraste para matar, mas está vivo.

O amor que tinha te entregado para cuidar,

Foi encontrado!!!! Foi encontrado!!!!

Estava nos Achados e Perdidos,

E pegou de volta para si.

Confundira as coisas,
O amor não era seu, estava seu

Vai embora! Vai!!!

Não olha para trás.

Aquele amor agora está no porto,

E, o navio está quase saindo.

Jack! Se você se arrepender,

Corre...Ainda há tempo.

É melhor morrer num naufrágio lutando,

se debatendo nas águas,

a ficar em solo firme,

que sabemos não é firme.

Corres o risco se assim o fizer,

Chegar ao cais e o navio já ter levantado âncoras e soltado as amarras,

Estou indo...

Última chamada
Arrivederci!!!!Arrivederci!!!

Ezymar Cayana (Do cais do Porto)

From this moment

Meus queridos leitores: tenho compartilhado com vocês de ondas de intensidades que me atravessam. Neste final de semana, precisando de um intervalo maior da cidade, do trabalho, enfim, fui para Natal. Estava contemplando o mar, sentindo a brisa, quando uma cena me captou. Uma cena, vocês podem pensar, comum. Tratava-se de um casal. Dois jovens. Sim, leitores, um casal é uma cena comum, mas era um casal de jovens, e o brilho em seus olhares era original, puro, vibrante. O casal me inspirou. Esta história/estória, é a deles, a que eu inventei e portanto, a vivi de certa forma... espero que se deliciem.

 

 

Foi de um sábado para um Domingo,

Já era madrugada,

Quando então se olharam

trocaram endereços, carícias e promessas pela primeira vez.


O dia amanhecera

e depois de longos beijos

era o momento do selinho

despedida no portão

Betânia, foi testemunha.


Foram dias de expectativas,

horas de espera,

até que chegou o momento,

Encontraram-se no sábado seguinte

após ao meio dia.


Saíram juntos

Beijinho no corredor

Destino: Belvedere

Início de tudo

Foram ver a vista

Amor a primeira vista


Sorriso Largo,

Olhos castanhos,

Olhar lânguido,

Cheiro de sexo.

E foi-se a tarde!


Arrumaram-se um para o outro

Anjos no rosto

Demônios no corpo

Sedução o tempo todo


Entregaram-se aos desejos da carne

Olhos nos Olhos

Corpos colados

Colabados

Anastomosados


Durmiram o sono do amor

Amanhecera o dia

pela primeira vez, Bom Dia.

Cara de sono e Café da manhã.


Foram à praia

Sandálias na mão

Pés na areia

benção das ondas.


Meio dia

Hora do almoço

A mesma massa

O mesmo molho.

...

 

 

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